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Mágico Foragido

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Era integrante de um grupo de policiais do sexo feminino, estávamos procurando um rapaz foragido que havia cometido diversos crimes.

Depois de diversas buscas, pesquisas e caças, encontramos o local onde ele se encontrava e pelo visto não imaginava que nós sabíamos onde ele estava, preparamos tudo, o plano era perfeito.

Armamos uma emboscada no local, então colocamos o plano em prática. Deu tudo certo, o algemamos e levamos para a delegacia, finalmente o pegamos.

Um pequeno menino loiro chegou chorando, dizendo que soube na escola que seu pai fora preso e queria vê-lo. Não havia motivos para não deixá-lo ver seu pai, então o deixamos, mas com a condição de que uma de nós ficasse ao lado deles.

Fui para fora, estava cansada daquele ar pesado que delegacias costumam ter, precisava de ar puro, estava tranquila por mais um dever cumprido, quando ouço um grande barulho originado de dentro da delegacia, comecei a subir as escadas da entrada, mas fui impedida pela enorme quantidade de pessoas que do nada surgiram lá.

Apesar de diversas pesquisas não sabíamos de uma coisa, um fator importante: ele era detentor de poderes mágicos, de grandes poderes.

Conversamos com o menino que disse que era filho do mágico e com uma pequena porcentagem dos jovens que surgiram na delegacia, já que era impossível apenas eu e meu grupo falar com mais de 200 jovens, sendo que precisávamos procurar o mágico que fugiu da cadeia com essa confusão, mas foi a amostra necessária para sabermos que ele havia ido para uma escola oferecido dinheiro para diversos jovens que topassem participar de uma mágica.

Sua mágica se desenrolou da seguinte forma: quando seu falso filho chegou, o mágico tocou a sua cabeça com um pedaço de pau, isso fez com que o rapaz soltasse bolhas de refrigerante, cada bolha era um jovem, que soltavam mais bolhas e isso acabou originando mais de 200 pessoas.

Fomos procurá-lo, sua mágica era forte mas ele não possuía o poder de teletransporte de longe distância, ou seja, ele ainda se encontrava na cidade. Corríamos contra o tempo mas tivemos que nos aprofundar mais na pesquisa ao mesmo tempo, o que nos dificultou mais ainda, foi o fato de descobrirmos que ele poderia se transformar em qualquer tipo de pessoa, idosos, jovens, bebês, mulheres e homens, mas o lado positivo foi que ele possuía um sinal em seu corpo e que ele não conseguia se transformar em pessoas que já existiam.

Começamos a procurar pessoas novas na cidade naquele dia, e achamos um bebê, no começo acharam que eu estava louca, mas tinha certeza…era ele.

Criamos uma casa simples, para nossa equipe e o pequeno morar, até sabermos se ele era realmente o mágico foragido.

Passaram dias e minhas colegas estavam cada vez mais apaixonadas por aquele pequeno menino, mas eu sabia, eu percebia suas dicas para alguns homens, eu sentia que estava certa e que algo estava acontecendo.

Praticamente neurótica de tanto ficar fixada nele, descobri que ele estava se movimentando para a fuga, descobri que alguns rapazes andavam rondando muito a casa. Eu sempre os olhava, mas a maioria dos capangas dele não haviam me visto.

Com tal investigação soube que um rapaz iria levar um caderninho de “desenhos” para seus capangas, para o plano de fuga ocorresse, infelizmente sabia só isso, mas era o suficiente.

Pedi para uma colega ficar de vigia do bebê pois teria um compromisso, tal compromisso que ninguém poderia saber era o fato de que eu iria evitar aquele plano de fuga, poderia morrer em tal ato, mas tentaria de tudo para que aquele mágico foragido fosse pego de uma vez por todas.

Fui atrás de seu comparsa, o imobilizei e roubei o caderninho. Comecei a correr loucamente, principalmente quando vi que um cara enorme estava me perseguindo, não estava olhando para o chão, então tropecei e cai, assim o gigante me abordou:

– O que você esta fazendo com esse caderno?!
– O..o..oi, prazer, eu sou a nova comparsa do mágico e vou levar o caderno para completarmos o plano dele. – ufa, havia pensado numa boa desculpa.
– Mas o mestre nunca chamou mulheres, pois acham que elas são fracas e muito sentimentais. – nesse momento comecei a rezar – Talvez ele tenha amolecido seu coração e tenha te dado uma chance. Fui com a sua cara… – ou aquele gigante realmente havia gostado de mim ou estava fingindo – então quero que você fique na equipe, sabe onde deve levar o caderno certo?
-Hm… to meio confusa – será que estaria tendo uma chance de ouro? – Poderia me explicar novamente?
– Tudo bem! Sorte que eu apareci ein?! – deu uma risada de ogro estranha que me estremeceu – Você deve ir para aquele bar – apontou um beco estranho onde havia um bar cheio de drogados, mafiosos e prostitutas – e entregue o caderno para um de nossos comparsas que estará lá, você saberá diferencia-los.

Me despedi e fui correndo para o beco bar, entrei, fui ao banheiro, precisava pensar em algo rapidamente, vi que o gigante havia entrado no bar, estava falando com vários rapazes e fez uma cara de surpreso…fui descoberta! Meu desespero aumentava, precisava descobrir o que aquele caderno fazia, como acabar com tudo aquilo.

Sorte e azar estavam se dividindo, uma hora possuía enorme azar, outras enorme sorte… agora era a vez da sorte. Ouvi pela janela do banheiro feminino que aquele livro trazia uma grande mágica, se ele fosse devolvido para os capangas do mágico, o mágico iria se transportar para seu grupo, se fosse exterminado o mesmo aconteceria com seu dono.

Decidi: acabarei com o livro, mas como?

Molhei o livro e comecei a comer página por página, uma mulher bêbada me viu realizando tal ato e disse:

– Você novamente?! Toda vez que te vejo me surpreendo, sempre bêbada! Mas nunca achei que veria tal cena! – teve um enorme ataque de riso que a fez cair no chão imundo e molhado do banheiro.

Uma pequena multidão de mulheres ficou ao meu redor, então pensei em me aproveitar da situação. Disse que um ex estava me caçando e queria meu diário (que continha dizeres que iriam acabar com a minha vida), pedi que me ajudassem a evitar que ele e seus amigos entrassem no banheiro. A sorte veio novamente, todas foram para fora me ajudar.

Não aguentava mais comer as páginas, pensei que se eu jogasse uma parte no esgoto e comesse outra, seria impossível que ele conseguisse se formar novamente, ou seja, ele morreria.

Fiz isso, mas salvei uma página, que provaria tudo o que eu estava dizendo, sai pelos fundos correndo até a casa de meu grupo policial.

Contei rapidamente tudo para minhas colegas que estavam chorando pois o bebê havia desaparecido no colo de uma delas, e isso comprovava tudo o que eu havia dito.

Ligamos para vários amigos policiais para que montássemos um esquema de proteção forte, já que todo o grupo do mágico estava querendo nos matar.

Consegui matar o mágico foragido e também a minha vida e a de minhas colegas, já que tivemos que passar o resto de nossas vidas presas em uma casa protegida contra os seguidores que sempre tentaram nos matar.

E esse foi mais um sonho bizarro da Livia.

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Domínio Zumbi – Final

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Caso não tenha visto, segue abaixo os posts anteriores da história:

Domínio Zumbi – O ataque
Domínio Zumbi – Corrida

Zumbi

Nosso plano estava dando certo, como a intenção não era comer ninguém, apenas mordíamos as pessoas e iríamos nos alimentar dos animais da cidade. O médico gordinho foi estúpido, sem arma, sem nada, se escondeu atrás de um móvel da casa da médica, se escondeu porcamente, dava para ver seus pés de longe, mordemos ele, explicamos o plano, era assim que funcionava, mordia, conversava para que mantivesse a consciência, se alguém perdesse a consciência teríamos que matar, e comer.

A minha cúmplice ainda estava apagada, pensei em matá-la, comê-la, assim eu iria comandar o mundo sozinho, mas sabia que ela era dotada de grande inteligência e poder de atuação, o que seria uma grande vantagem para nosso grupo.

Oferecemos à enfermeira sua vida em troca de acordar a zumbi, ela não pensou duas vezes e aceitou…tola, assim que a acordou a mordemos. Fizemos isso com a cidade inteira, e foi só no fim que descobrimos… a médica fugiu! Logo ela que não podíamos perder, vimos marcas de pneus na terra, deixamos um grupo de zumbis na cidade para que nenhum outro grupo de zumbi se apropriasse de nossa cidade, e o outro grupo, foi à procura da medicazinha.

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Médica

Na reserva ao norte estava o atual rei, ele era o mais velho de todos os humanos existentes, ele conheceu a Terra antes de acontecer ataques de zumbis, ele era dotado de muita magia e sabedoria, impressionantemente ele possuía seus 100 anos, seu reinado já estava ao fim, fui correndo falar com ele, e como sempre, ele já sabia o que havia acontecido, sua bola de cristal lhe mostrara. Sua sala era enorme, a cadeira em que estava sentado tinha um tamanho proporcional ao da sala, ao seu redor outros membros de alto escalão, o rei ordenou o fechamento da porta, meu coração acelerou, o que estava acontecendo? Então o rei começou a falar.

“Você acha que não temos solução, que o mundo está perdido, mas na verdade a solução para o mundo é você. Um dia parei o tempo junto com meus ajudantes, peguei algumas pessoas para um teste, entre eles, você, e aqueles seus colegas, o gordinho, o magro com os óculos fundos, a garotinha e seu marido. Lancei uma magia onde seriam totalmente sinceros, já que essa era a intenção do teste, conhecer o coração de todos, por isso que não lembram, estavam enfeitiçados… Os homens logo reprovaram, corações moles, que se perderiam na escuridão facilmente, a garotinha enlouqueceu, seu coração era absurdamente confuso, então ela virou um monstro, com várias garras, olhos cheios de loucura e uma língua enorme, assim que a transformação de humano para monstro foi finalizada ela deu um enorme e alto uivo, após o uivo, começou a correr, passando sua enorme língua babada por toda a floresta que abriga diversas reservas humanas, dentre as quais estão a minha e a sua, aquela saliva jogou um feitiço no planeta… Todos falharam no teste, exceto você, a pessoa mais dotada de inteligência, amor, pureza e magia, apenas você pode liberar esse poder. Apenas você pode salvar o mundo!”

Fiquei pasma, nunca havia imaginado algo como aquilo, o que eu deveria fazer para liberar? Estava tremendo de medo, o rei não quis me dizer o que eu deveria fazer apenas me levou até um rio, eu não queria, não sabia o que aconteceria, e se eu morresse? E se a minha vida deveria ser levada para que a humanidade vivesse os sonhados dias de paz? Não sabia o que fazer, meu coração com medo mas determinado, então me deixei levar… Ao chegar na beira do rio, me acalmei, me entreguei, então a natureza fez a sua parte, diversas borboletas lindíssimas vieram em minha direção, me envolveram, então como uma magia me levaram para o rio, estava pisando no rio, uma enorme paz estava tomando conta de mim, mais borboletas vieram, estava em um casulo formado por borboletas, senti…aquele era meu fim e também senti, a paz estava chegando.
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A médica explodiu liberando partículas mágicas, seu corpo se transformou em diversos pontos de luz, que se espalharam para locais que já haviam sido determinados, talvez pelo coração dela, um dos pontos de luz foi diretamente para a boca do rei, que assim que foi engolido, transformou o velho rei, o deixou mais jovem e muito mais forte. Os outros pontos de luz caíram em vários locais da floresta, assim que caíam na saliva que a garota monstro havia deixado nas árvores, plantas e animais, faziam com que a camada de saliva explodisse e se transformasse em mais pontos de luz.

Os pontos de luz foram para várias partes da Terra, fazendo com que todo o território da Terra fosse envolto por luz.

Por alguns segundos uma enorme luz cegou momentaneamente todos os habitantes do planeta, o vírus zumbi havia sido exterminado e a paz finalmente chegado.

Chuck Norris e o Reino de Mogatopéia

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Era uma vez um reino chamado Mogatopéia, um reino cheio de paz, amor e muitas riquezas, isso tudo existia graças ao seu rei, o rei Chuck Norris. Era um rei forte, dotado de grande inteligência e poderes mágicos, além de ser muito respeitado por toda a população. Verificando a estabilidade do reino, Chuck Norris decidiu voltar no tempo para eliminar os seres mais perigosos, e com isso fazer com que o Reino evoluísse sempre com bondade. Sua primeira viagem foi para o tempo dos dinossauros…

Muito tempo se passou, ninguém tinha notícias do rei, com isso as pessoas ruins foram se revelando, guerras pipocaram em todos os cantos, talvez pelas mudanças que o rei estava fazendo no passado, algumas pessoas estavam se modificando, algumas pessoas agora eram mágicos, e esses eram os mais caçados pelas gangues.

Eu vivia nesse reino, tinha poderes mágicos, como apenas meus amigos sabiam, eu era muito feliz, já que eles também tinham esses poderes. Saíamos sempre, causávamos tumulto, como ninguém do grupo possuía pais (todos morreram na guerra), invadíamos restaurantes, supermercados para roubar comida.

Uma vez resolvemos roubar comida de um supermercado, pegamos várias coisas, todos os clientes estavam assustados com o nosso grupo, o roubo já estava terminando, quando do nada, pegaram a gente e nos colocaram em um veículo.

Demoramos para chegar, era uma casa, ainda não estava finalizada, mas era enorme, e haviam outros veículos como o que estávamos com várias pessoas dentro.
Um homem de terno e usando uma bengala se dirigiu para a frente da casa, onde todos poderiam vê-lo.

– Sei que o modo em que resgatamos vocês foi um tanto quanto bruto, mas era necessário. Essa casa será a fortaleza de vocês….A fortaleza dos mágicos, ela fica afastada do reino, afastada das guerras… faço parte do reino, e verificamos que cada vez mais as gangues seqüestram pessoas com poderes mágicos para utilizar como escravos, e não queremos isso. Infelizmente não conseguimos terminar a casa e tivemos que pegá-los antes que as gangues os pegassem. E conto com a ajuda de vocês para terminar, quem quiser ir embora pode ir, mas aqui terá toda a comida e proteção que precisarem.

Poucos foram embora após o discurso, o que realmente chamou a atenção de meu grupo foi a parte da comida, e o melhor, estaríamos juntos. Então começamos a construção.

Uma de minhas amigas era lindíssima, e percebi que morador da casa estava interessado nela, achava até que ele estava obsessivo, ele me dava medo, não sabia qual era o poder dele, mas ele era alto, musculoso, e seu olhar era de louco. Estava construindo um quarto e minha amiga estava no cômodo ao lado, escutei passos…e passos pesados , era o maluco, estava com medo dele, então fiquei paralisada, ele passou, pelo visto não notou que eu estava perto…

– Você ainda vai ser minha, vai ser a mãe de meus filhos! – o brutamontes estava segurando os braços de minha amiga

– NUNCA! – Ela o empurrou, não sei como, eu pensava, mas ela conseguiu- EU TENHO NOJO DE VOCÊ! EU NUNCA TEREI UM FILHO SEU! NUNCA!

– Já que é assim, já que você não fará isso com vontade, eu terei que te obrigar, mas não hoje….você ainda carregará um filho meu, com a minha cara, na sua barriga.

Então ele saiu com um sorriso no rosto, esperei um pouco para que ele não me visse saindo do cômodo ao lado, e fui ajudar a minha amiga que estava chorando, mas não podíamos ficar paradas, a construção tinha que continuar, fui pegar água para ela e comentar o caso para o chefão.

Estou prestes a falar quando toda a casa escuta um grito, era a minha amiga, todos correram para ver o que havia acontecido, e a imagem mais horripilante da minha vida estava lá.

Minha amiga estava na única porta que dava para a rua, envolta por um selo mágico e sangue, muito sangue. Em sua barriga havia um rosto, como se uma pessoa estivesse em sua barriga querendo sair, era um rosto de um bebê , me arrepiei, não imaginava que ele faria isso e o pior que ele agisse na frente de todos como se estivesse espantado.

O chefão nos avisou que seria impossível sair da casa, pois a porta estava selada, quem chegasse perto morria, eu estava desesperada, contei para meus amigos, decidimos fugir da casa, apesar de ser uma “fortaleza”, todas as janelas eram lacradas. Tentamos várias, até que vi a janela de vidro, o chefe viu, disse que entedia a gente querer fugir, mas que aquele vidro era muito forte. Tentei, tentei, quebrou, mas magicamente outro vidro surgiu, pensei o que poderia fazer, então usei meu poder, deu certo… Eu e mais três amigos saímos, olhei para a casa e vi o brutamontes me olhando, pelo seu olhar eu soube, ele sabia que eu sabia.

Um amigo quis se separar, e depois descobrimos que ele foi pego por um grupo de canibais liderado por uma bruxa do reino, onde várias pessoas ficavam penduradas por grandes anzóis vendo os canibais comendo uma pessoa.

Nós chegamos na ponte e vimos o brutamontes atrás da gente.

– Vocês podem correr, mas não vão escapar.

Pulamos para o rio, onde tinham vários matos, meu amigo que sabia fazer metal, começou a fazer armas para lutarmos contra ele. Soubemos que ele estava revivendo mortos, na verdade só mulheres, mulheres que ele matou, dentre elas estava nossa amiga, elas eram suas escravas e iriam lutar contra a gente.

Minha amiga que estava comigo e meu amigo também era linda, colocamos anis nela e a fizemos cantar, revivemos alguns mortos fortes, dentre eles o rei Chuck Norris, a luta ia começar.

Domínio Zumbi – Corrida

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Zumbi

A médica parecia não ter acreditado muito em mim, mas aparentemente acreditou em uma outra paciente zumbi no cômodo ao lado. Ela mandou me deixarem em uma sala, me olhou, pediu para um gordinho baixinho e um alto com óculos muito grossos verificarem meu estado, disse no ouvido de ambos algo para que eu não escutasse, colocou armas ao lado de cada um, amarrou meus braços e pernas, então escutei a porta sendo trancada.

O trabalho daqueles dois idiotas começou, quando tive chance mordi o magro, nele o poder zumbi ia aparecer mais rápido, o gordinho foi correndo para pegar sua arma e atirar em nós dois, comecei a conversar com o alto, e disse para me soltar, pronto ele estava consciente, assim que fazia a nova raça zumbiânica. O gordinho percebeu que mesmo com a arma não teria chance e saiu correndo, sem a arma, sem nada, um completo idiota. O mais novo zumbi me soltou, expliquei o plano que eu e a minha parceira zumbi que estava ao lado traçamos, todos na cidade seriam transformados em zumbis.

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Doutora

Ouvi um barulho estranho vindo do cômodo onde o outro zumbi estava, fiquei desesperada, não sabia o que fazer, sei que se ficasse lá, não teria chance e então viraria zumbi, sentia que eu era a única capaz de acabar com o vírus do zumbi, tinha que ir para outra reserva de humanos na floresta, sentia isso em meu coração.

Peguei algumas armas fui para o meu carro de forma rápida mas discreta para que ninguém percebesse, sentia uma enorme dor em meu coração em imaginar que todos os meus amigos e meu amor iriam virar zumbis, mas achava que era a melhor coisa a se fazer, se eu sobrevivesse talvez pudesse salvá-los.

Foi o tempo de atravessar o portão da nossa reserva, para que eu ouvisse gritos de desespero, cada vez aumentando, e cada vez mais apertando meu coração, mas não podia desistir agora, pisei fundo no acelerador, agora tinha que tomar cuidado com as ameaças de zumbis por todos os lados, apenas rezava para que chegasse a tempo, e felizmente cheguei.

Domínio zumbi – O ataque

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Esses dias tive um sonho maluco enorme, assim que acordei comecei a escrevê-lo para não esquecer de nenhum detalhe, ele ficou grande, não ia postar pois era muito grande, então decidi posta-lo em partes.

Estava em uma cidade, quando do nada surge um grupo de zumbis mordendo todo mundo, estava difícil escapar, cada um que eles mordiam imediatamente virava zumbi, o que dificultava mais ainda a minha sobrevivência.

Consegui pegar um carro, mas um zumbi mordeu meu braço, nada aconteceu, não sabia se havia virado uma zumbi ou não, enquanto dirigia outro zumbi veio correndo e entrou no carro, disse que era zumbi e ele acreditou, e eu estava começando acreditar também, já que uma vontade de comer carne humana cresceu em meu ser…precisava comer, mas pq eu tinha toda consciência, era zumbi mas não lerda, sentia, sabia tudo, estava esperta…será que seria uma nova raça de zumbis? Comecei a conversar com o outro zumbi, e conforme fui conversando parecia que ele começava a ter mais consciência.

Cheguei em uma cidade preservada, cheia de muros altos, armas, guardas, aparentemente era uma cidade reservada contra ataques zumbiânicos, uma reserva de humanos. Fui para o portão, todos apontaram suas armas para minha cabeça, comecei a chorar, implorei… Fui mordida por um zumbi agora, mas ainda tinha consciência, queria que me salvassem, sabia que lá tinham vários médicos e pesquisadores renomados.

Uma médica pediu para o prefeito que a deixasse tentar me curar, ele confiava muito na médica logo concordou, então a médica chamou sua equipe.

Era uma equipe composta por um homem baixinho, gordo, careca e com bigode preto enorme debaixo de seu nariz, outro alto, cabelos grisalhos que usava um óculos fundo de garrafa, e o marido dela, um homem moreno de olhos verdes, além de uma garotinha negra que não saia de perto deles mas que não fazia nada além de grudar na médica.

Ela me levou para sua casa, me colocou em um cômodo em que parecia uma sala de hospital, me colocou em uma máquina, perguntou algumas coisas, onde eu respondia claramente, deu ordens para uma enfermeira que não havia visto ainda, ela confiou totalmente em mim, apesar de ser zumbi eu via a enorme bondade que transparecia dela, ela aplicou algo em meu braço, estava quase apagando, quando ouço que um homem no mesmo caso que o meu havia chegado…

Corpo mole

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Resolvemos sair, eu e uns amigos, estávamos em um carro na cidade de São Paulo, me ofereceram uma bebida, aceitei.

Chegamos perto do estabelecimento, estacionamos o carro, não me sentia bem, meu corpo estava mole, mas havia bebido pouco! Não conseguia me movimentar, meu amigo dizia para que eu saísse logo, mas não conseguia, ele me puxou e cai de cara no chão.

Tentou me ajudar a levantar, estava difícil, mas conseguimos.

Mesmo assim meu corpo ainda estava mole, não tinha controle sobre ele, acabei sendo guiada para um beco, pois é, meu corpo se auto guiou para um beco, meus amigos já estavam longe, começo a tentar correr, alguns cachorros estavam no fundo do beco me encarando.

Não estava com tanto medo deles, mas sim de um par de olhos bizarros que me encarava e não mostrava seu rosto… meu medo aumentava, meu corpo não ajudava, corria, na verdade era apenas uma tentativa de corrida misturada com caídas.
Vejo o rosto…era um cachorro enorme babando, pelo seu olhar percebia que queria me atacar.

Juntei todas as minhas forças em tentativas de gritos e corrida, consegui chegar perto de meus amigos e me levaram para o meu apartamento.
Não me lembro ao certo como foi exatamente a ida para a minha casa, mas me recordo de deitar em minha cama e dormir.

Acordei assustada com um barulho, ainda deitada, olhei pela fresta de minha porta, consegui ver o sapato de um homem, não era possível! Tinha entrado um ladrão no apartamento? Como?

Tentei me levantar, mas meu corpo ainda estava mole, o que estava acontecendo? Ele vinha para o meu quarto, se eu gritasse talvez desse tempo de minha irmã ligar para a polícia. Mas minha voz não saia… meu desespero aumentava a cada passo que ele dava, quando ele abriu a porta minha vontade de gritar e desespero eram tão grandes que um grito baixo saiu, meu corpo ainda não cooperava.

O homem era baixo, e não possuía metade de seu rosto, via-se apenas um pedaço de seu nariz e sua boca.

Ele ficou parado na minha frente, apontou o dedo para a minha cara e começou a rir… risos maléficos, eu chorava, tentava gritar, mas cada vez mais meu corpo amolecia…

Acordei desesperada, meu corpo ainda estava mole, olhei rapidamente em meu quarto, não vi nenhum rapaz com metade do rosto (ainda bem), não pensei duas vezes, peguei meu cobertor e fui dormir no quarto da minha irmã, ficar ao lado de quem amo me faz sentir mais segura.

Os sonhos estranhos continuaram… sonhei que contava o sonho anterior para outra pessoa, mais corpo amolecido, senti que fincavam algo em meu corpo, acordei rapidamente desesperada e senti uma dor no local onde fincaram, sonhei com brigas, mais cachorros nervosos, essa noite só tive sonhos cinzentos e medonhos.

Pode até parecer bobo, mas fiquei muito desesperada por não conseguir movimentar meu corpo…e isso ja aconteceu outras vezes, em outros sonhos tensos.

Todos querem me matar

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Havia feito uma viagem com a minha avó, na volta ela estava dirigindo, fez uma curva errada e acabamos caindo em um lago, no meio da queda vi uma alça no morro segurei então consegui segurar o carro apenas do meu lado. Vi uma mini ponte, minha vó disse que ela sempre fazia isso, então ela gritou:

– Fulano! – ela disse um nome mas não me recordo – Fiz a curva de modo errado, me ajuda a tirar o carro da água por favor.

Ele nos ajudou e nos colocou de carona em outro carro, aparentemente minha vó conhecia as pessoas.

Me deixaram na porta do meu prédio, estava lotado de gente, não achava a minha chave, então coloquei a mala no chão e comecei a procurar. Alguns moleques ficavam pegando minhas calcinhas e jogando para lá e para cá, fiquei puta, comecei a xingá-los, depois duas meninas e um garoto estavam causando, gritando, soltando fogos, dei maior lição de moral neles.

– Você irá se arrepender do que fez. – falou com um sorriso no rosto.

Achei a chave, subi. Estava dormindo quando ouço um barulho em casa, vou na sala e vejo uma equipe com duas caixas, abriram a caixa e saíram correndo, a entrega especial eram duas panteras. Sai correndo para o meu quarto mas elas foram junto, pensei mas que merda, aproveitarei que elas aparentemente não estão com fome, pegarei uma faca e as matarei. Fui para a cozinha peguei uma faca de serra, e as matei.

Pensei: que merda foi essa? Pesquisei na internet, e descobri que existia um grupo de assassinos que você contratava pela internet, eles iam na casa da pessoa, ou lugar que ela estivesse e deixavam um casal de animais perigosos para te matar, só paravam de mandar animais quando a vitima estivesse morta, logo pensei… virão mais.

Continuei no meu apartamento, sempre com um kit de sobrevivência e kit para matar animais perigosos, claro sempre ficava com a minha gatinha por perto para ela não morrer. Mandaram mais umas 2x animais para o meu apartamento, e consegui matá-los, não aguentei e fui para um hotel.

Chegando lá, um japonês disse:

– Você irá morrer sua idiota! Meus comparsas te matarão – e mostrou um casal de japoneses.

Na recepção a moça me disse que haviam deixado uma encomenda perto doo banheiro, não tinha me tocado do que era, quando vou la, tem dois leões, sabia que não venceria eles, coloquei a caixa dentro do banheiro e os tranquei do lado de fora, peguei um papel e escrevi: CUIDADO! BANHEIRO INTERDITADO.

Sai correndo para a recepção e expliquei para a moça que queriam me matar, que de modo algum ela deveria entrar no banheiro, também pedi para ficar em alguma sala vazia, já que estava com medo.

Disse isso e um senhor apareceu na janela, começou a me ameaçar, ela olhou para mim desesperada e apontou disfarçadamente para uma pequena arma que havia na mesa. A peguei, com uma rapidez foda, atirei no senhor e o matei.

A recepcionista viu o que eu tava sofrendo e começou a me ajudar, os japoneses nos viram e começaram a nos perseguir.

Atirei na perna da japonesa, no braço do japonês, então o líder japonês disse:

– Eu apenas queria que você tivesse me dado atenção, queria que você pegasse essa blusa que fiz para você, nunca quis te matar de verdade. – ele sorriu, me mostrou a blusa que tinha um “eu te adoro Livia s2” fiz a maior cara de WTF.

Falei com a recepcionista, agradeci e voltei para a minha casa, agora ninguém tentaria me matar.

Minha família estava no apartamento, quando a campainha toca, olho no olho mágico, é apenas um carteiro, sem caixas grandes, mas não poderia ser boba, abri pouco, e na outra mão segurava a arma, perguntei o que era para mim, ele me deu alguns envelopes e uma pequena caixa.

Quando abri a caixa, algo estranho aconteceu, minhas irmãs, meus pais trocaram de alma, minha irmã era meu pai, meu pai minha mãe, minha mãe minha irmã, minha irmã meu gato, meu gato minha irmã, ficou uma confusão, e eu perdida.

Comecei a procurar um modo de salvá-los, mas nada dava certo. Um grande mago amigo de família enviou uma folha enorme e disse que era para fazer chá, fiz, eles tomaram… piorou, agora a alma deles havia sumido, eram outras pessoas, e eu teria que procurá-los, tentava de tudo, e não conseguia.

Pelo menos as novas almas entendiam que eu sentia saudades da minha família e que eles eram de outros corpos.

Continuei minha caça, mas nada dava certo… iria ter que conviver com os mesmos corpos com pessoas diferentes.

Engraçado como sou forte nos meus sonhos, seguro carro, mato animais fodas com uma pequena faca de serra. luto com assassinos fodas. Sou praticamente uma chuck norris nos meus sonhos. Só seria bom parar de sonhar com assassinatos e eu sendo perseguida fortemente…